A economia brasileira é hoje a terceira mais atrativa do mundo.

A notícia foi publicada ontem, nas páginas eletrônicas da revista “Veja”: o Brasil já aparece à frente dos Estados Unidos em um conceituado ranking de preferência de investidores.
Segundo um levantamento divulgado na terça-feira pela consultoria A.T. Kearney, a economia brasileira é hoje a terceira mais atrativa do mundo.
Os Estados Unidos caíram do segundo para o quarto lugar. Estamos atrás somente de China e Índia.
A consultoria, que produz todos os anos o Índice de Confiança de Investimento Estrangeiro Direto, lista os trunfos brasileiros:
1. Mercado interno forte;
2. Estabilidade;
3. Bom volume de reservas internacionais
4. Diversidade nos projetos de desenvolvimento em curso.
Os especialistas acreditam que o Brasil experimentará uma desaceleração momentânea, para ajustes, mas continuará a crescer de modo vigoroso.
Segundo os consultores responsáveis pelo estudo, os países desenvolvidos não têm sido capazes de elaborar políticas econômicas que reaqueçam seus mercados sem comprometer perigosamente o endividamento público.
No caso dos EUA, o maior entrave tem sido a divergência que marca a relação entre o governo e a maior parte dos congressistas, o que impede a implementação de uma nova política econômica.
Em minhas viagens pelo Exterior, tenho detectado claramente essa tendência. Muita gente está de olho no crescimento de nosso mercado consumidor, tanto na alta renda quanto nos estratos médios.
Portanto, mostram interesse no Brasil especialmente aqueles investidores que apostam na produção e no fortalecimento da atividade comercial.
Um bom trabalho de prospecção no Exterior revelará atores econômicos decididos a formalizar parcerias e até sociedades com players brasileiros.
Um resumo de tendências mostra que os setores mais atraentes são os de infraestrutura, transporte, energia, comunicação, turismo, produção automotiva, alimentação e higiene.
Cabe lembrar que uma parceria desse tipo pode envolver muito mais do que uma injeção de recursos financeiros na empresa nacional. Ela pode representar o acesso a alta tecnologia e pode abrir caminhos para o ingresso em mercados estrangeiros.
Você que empreende, seja em uma construtora, seja em uma pequena fábrica de sabonetes, precisa abrir sua janela e olhar para fora em 2012.
Há hoje inúmeras consultorias privadas e até mesmo agências governamentais de fomento que podem estabelecer essa ponte com o Exterior.
Monte e divulgue um estudo sobre as oportunidades de seu negócio e segmento. Treine seu Inglês e vá à luta. Você aprende e prospera. O Brasil agradece!
segunda-feira, 12/12/11























